CASA DOS AÇORES
JANTAR DA MATANÇA DE PORCO

Por: Paulo Jorge Cabral (texto) - Mathew Zigue (Fotografias) -  2018.01.19
WINNIPEG WEATHER / METREOLOGIA
Dezanove de Janeiro de 2019 foi o dia em que a Casa dos Açores de Winnipeg organizou mais um jantar a comemorar a tradicional Matança de Porco. Temperaturas gélidas que rondavam os 30 graus negativos, num clima que quase não permite a permanência no exterior de mais de cinco minutos, não fez com que os cerca de duzentos convivas convergissem à esta casa para degustar e assistir a mais um evento de cultura popular.

Como convidados há que salientar a presença de Paulo Jorge Cabral, Cônsul de Portugal em Manitoba, Vivian Santos, Vice-Mayor da Cidade de Winnipeg, Mike Pagtakkan, Ex-Vice Mayor desta cidade, Padre André Lico, que se fez acompanhar pelas Irmãs Dédé e Karina, Maria do Carmo Cabral, Presidente da Liga Solidária da Mulher Portuguesa de Manitoba, Luís Dias, Presidente da Banda Filarmónica Lira de Fátima, e vários representantes da comunicação social portuguesa desta cidade.

Depois das boas-vindas por João Cardoso, Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Casa dos Açores, o Padre André Lico foi incumbido de proferir a oração de Ação de Graças, o qual abençoou os alimentos e as pessoas que o prepararam.

O delicioso jantar servido tipo bufete, começou a ser preparado na semana anterior pelos voluntários da Casa dos Açores, na confeção dos enchidos, consistiu de todas as iguarias de essenciais a um bom jantar de matança não deixando de incluir todos os acompanhamentos.

Após o jantar João Paulo Melo, Presidente da Casa dos Açores, agradeceu a presença de todos, especialmente as dos convidados, convidou os convivas a repetir a refeição, pois havia muita fartura.

O entretenimento este ano foi preparado no sentido de providenciar aos convivas uma retrospectiva do que era uma noite de matança na nossa terra, atuou o Grupo Folclórico da Casa dos Açores, o grupo musical da nossa comunidade Fátima Andrade e Amigos, que nos proporcionou um momento de alegria ao atuaram vários números de cariz popular, apresentando um reportório adequado à ocasião, e desta feita tocaram e cantaram temas alusivos à matança, terminando com a tradicional Desgarrada.

No seguimento do convívio atuou o cançonetista João Pimentel, o qual levou à pista muito dos convivas, criando um ambiente de calor humano, que fazia esquecer o frio que se fazia sentir naquele dia.